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Modernização tecnológica reduz o ciclo de renovação de máquinas e equipamentos nas empresas, avalia a FourAgro

A atualização mais frequente de sistemas e equipamentos tem exigido de empresas de diferentes setores um planejamento financeiro contínuo para a aquisição de ativos tecnológicos, afirma a companhia.

O ritmo de renovação tecnológica de máquinas, equipamentos e sistemas produtivos tem se acelerado em diferentes setores da economia, o que reduz o tempo médio entre uma aquisição e a necessidade de uma nova atualização. Para empresas que dependem desses ativos para manter a produtividade, esse movimento representa um desafio adicional de planejamento financeiro, já que o ciclo de investimento em tecnologia tende a ser mais curto do que o observado em décadas anteriores.

A FourAgro acompanha esse movimento junto a empresas de diferentes portes e segmentos que buscam estruturar a aquisição de novos equipamentos e sistemas de produção por meio de crédito ou consórcio. Segundo a companhia, esse planejamento passou a exigir maior atenção ao ciclo de vida útil de cada ativo, já que a defasagem tecnológica pode reduzir o retorno esperado de um investimento antes mesmo de sua depreciação contábil.

Esse movimento atinge desde indústrias que automatizam linhas de produção até empresas de serviços que atualizam sistemas de gestão e produtores rurais que incorporam equipamentos conectados à própria operação. Em todos esses casos, a decisão sobre quando investir em uma nova tecnologia passa a depender não apenas do orçamento disponível, mas também da avaliação sobre quanto tempo aquele investimento deve seguir sendo competitivo dentro do setor.

Ciclos mais curtos de obsolescência mudam a lógica do investimento em equipamentos

Historicamente, a decisão de renovar uma máquina ou equipamento estava associada principalmente ao desgaste físico do bem, o que permitia planejar a substituição com base em um ciclo de vida útil relativamente previsível. Com a aceleração da inovação tecnológica em setores como automação industrial, sistemas de gestão e equipamentos conectados, a obsolescência tecnológica passou a antecipar essa substituição, mesmo quando o bem ainda está em condições físicas de uso.

Esse cenário exige que o prazo de financiamento ou consórcio escolhido para adquirir um novo equipamento considere não apenas a vida útil física do bem, mas também o tempo em que ele deve seguir tecnologicamente relevante para a operação. Segundo a FourAgro, financiar um equipamento com prazo muito mais longo do que sua relevância tecnológica esperada pode fazer com que a empresa ainda esteja pagando por um ativo defasado quando a próxima atualização já se tornou necessária.

Por outro lado, a companhia também observa o risco inverso: empresas que renovam equipamentos e sistemas com uma frequência maior do que sua operação efetivamente exige, pressionando o caixa do negócio com investimentos cujo ganho de produtividade não compensa o custo adicional. Segundo a FourAgro, encontrar esse equilíbrio entre modernização e capacidade financeira da empresa é o principal desafio desse tipo de planejamento.

Análise individualizada orienta o prazo mais adequado para cada tipo de ativo

Entre os diferenciais que a FourAgro apresenta para estruturar esse tipo de projeto está a análise individualizada de cada cliente, considerando o setor de atuação, o tipo de equipamento pretendido e o prazo em que esse ativo deve permanecer relevante para a operação. A companhia afirma que essa avaliação é especialmente importante em segmentos com ritmo mais acelerado de inovação, nos quais um prazo padronizado de financiamento pode não ser compatível com a real necessidade de atualização do cliente.

Fundada por quatro sócios com formações complementares, dois bacharéis em Direito, um engenheiro civil e um administrador, a FourAgro relaciona essa formação multidisciplinar à capacidade de avaliar tanto os aspectos técnicos de um novo equipamento quanto as condições contratuais mais adequadas à sua aquisição. Os prazos de consórcio para esse tipo de bem podem variar aproximadamente de 4 a 20 anos, conforme o produto e a administradora, o que permite à empresa ajustar a estratégia de financiamento ao ritmo de renovação esperado para cada tipo de ativo.

Impacto prático para empresas em diferentes setores da economia

Para empresas industriais, agroindustriais ou de serviços que dependem de atualização tecnológica constante, planejar a aquisição de novos equipamentos com antecedência tende a reduzir o impacto financeiro de cada ciclo de renovação, evitando que a substituição de um ativo obsoleto se torne uma decisão emergencial e de custo mais elevado. A FourAgro afirma acompanhar esse planejamento desde a estruturação inicial do projeto até os procedimentos relacionados à contemplação e ao uso da carta de crédito, quando a modalidade escolhida é o consórcio.

Esse acompanhamento também considera que nem todo investimento em tecnologia precisa ser financiado no mesmo ritmo, já que setores e tipos de equipamento apresentam ciclos de obsolescência diferentes entre si. Segundo a FourAgro, reconhecer essas diferenças e planejar o prazo de crédito de acordo com a relevância tecnológica esperada de cada ativo tende a ser mais eficiente do que aplicar um mesmo cronograma de renovação a toda a operação da empresa.

A companhia também observa que a capacitação da equipe responsável por operar novos sistemas e equipamentos costuma entrar no mesmo planejamento financeiro, já que o custo de treinamento e adaptação tende a ser subestimado por empresas que consideram apenas o valor de aquisição do ativo tecnológico ao estruturar o projeto de crédito.

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