Milton Seigi Hayashi, médico cirurgião plástico, destaca que a cirurgia plástica facial não se resume à estética isolada, mas envolve equilíbrio entre função, proporção e qualidade de vida. A crescente procura por procedimentos faciais reflete o desejo de resultados naturais, duradouros e compatíveis com a identidade do paciente.
Neste artigo, serão apresentados os principais tipos de cirurgias plásticas faciais, como funcionam, quais critérios orientam a escolha do procedimento e por que a avaliação técnica é determinante para segurança e satisfação a longo prazo.
O que são as cirurgias plásticas faciais e quais objetivos elas atendem?
As cirurgias plásticas faciais englobam procedimentos voltados à melhora estética, funcional ou reconstrutiva da face. Elas podem ter como objetivo o rejuvenescimento, a harmonização dos traços, a correção de alterações estruturais ou a restauração após traumas e doenças.
Entre os procedimentos mais conhecidos estão aqueles voltados ao nariz, pálpebras, face média, mandíbula e região cervical. Neste quesito, cada técnica possui indicações específicas e deve ser planejada considerando anatomia, idade, qualidade da pele e expectativas do paciente.

Para o médico cirurgião plástico, o foco não está apenas em modificar estruturas, mas em preservar expressões naturais e funcionalidade. Milton Seigi Hayashi apresenta que a cirurgia facial deve respeitar a individualidade, evitando padrões artificiais e intervenções excessivas que possam comprometer a naturalidade do resultado.
Quais são os principais tipos de cirurgia plástica facial?
As cirurgias faciais podem ser classificadas conforme o objetivo principal. Procedimentos de rejuvenescimento buscam suavizar sinais do envelhecimento, enquanto cirurgias estruturais corrigem forma e função. Há ainda intervenções reconstrutivas, fundamentais em casos de trauma ou câncer de pele.
A blefaroplastia, por exemplo, atua nas pálpebras para remover excesso de pele ou bolsas, melhorando campo visual e aparência. A ritidoplastia aborda flacidez facial e cervical. Já procedimentos como a rinoplastia podem ter caráter estético e funcional simultaneamente.
Segundo Hayashi, conhecer essas diferenças ajuda o paciente a compreender que cada cirurgia tem indicação precisa. A escolha adequada não depende apenas do desejo estético, mas da avaliação criteriosa das estruturas faciais e das reais necessidades clínicas.
Como escolher o procedimento facial mais adequado com segurança?
A escolha do procedimento facial deve partir de uma consulta detalhada, na qual o médico avalia histórico de saúde, características anatômicas e expectativas. Esse momento, como alude Milton Seigi Hayashi, é decisivo para alinhar objetivos e definir se a abordagem cirúrgica é realmente indicada.
Nem toda queixa estética requer cirurgia, e nem toda cirurgia oferece o mesmo benefício para todos os pacientes. A segurança está diretamente ligada à indicação correta e ao planejamento individualizado, evitando soluções genéricas. A decisão segura envolve diálogo transparente, explicação clara das possibilidades e limites da técnica e avaliação realista dos resultados esperados.
Quais cuidados são essenciais no pré e pós-operatório facial?
O sucesso da cirurgia plástica facial depende tanto da técnica quanto do preparo e do acompanhamento. O pré-operatório envolve exames, avaliação clínica e orientações específicas para reduzir riscos anestésicos e cirúrgicos.
No pós-operatório, repouso, uso correto de medicações, proteção solar e acompanhamento regular são fundamentais. A face, como informa Hayashi, é uma região altamente vascularizada e sensível, o que exige atenção especial durante a recuperação.
O médico cirurgião plástico orienta o paciente sobre o que é esperado em cada fase da recuperação. Nesse sentido, o cuidado contínuo e a comunicação ativa no pós-operatório são determinantes para preservar resultados e garantir segurança ao longo de todo o processo.
Por que a naturalidade é um critério central na cirurgia plástica facial?
A busca por naturalidade é um dos princípios mais importantes da cirurgia plástica facial moderna. Resultados excessivos ou desproporcionais podem comprometer a expressão e gerar insatisfação, mesmo quando tecnicamente bem executados. A naturalidade é alcançada quando o procedimento respeita proporções, mantém funções e valoriza características individuais.
Tal como conclui e considera o médico cirurgião plástico, Milton Seigi Hayashi, a cirurgia facial deve ser vista como ferramenta de equilíbrio, não de transformação artificial. Quando bem indicada e conduzida com critério, ela contribui para autoestima, qualidade de vida e bem-estar, preservando a identidade do paciente e promovendo resultados seguros e harmoniosos.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez

